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[Capitulo 1] Andrew Reyne - O regresso

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[Capitulo 1] Andrew Reyne - O regresso

Mensagem por Sorin em Ter 30 Jul 2013 - 18:31

O regresso

A manhã crescia depressa por entre as casas e colinas do Rochedo. O próprio castelo resplandecia com aquele sol dourado da manhã, as águas agitavam-se por entre os remos dos barcos pesqueiros que iam e vinham do mar com os cascos cheios de peixe fresco para venderem no mercado. No porto estavam algumas galés mercantes das cidades livres e dos Sete Reinos, cascos listados, achatados e outros bem robustos de dracares de guerra. A maior parte tinha as velas arreadas mas Andrew conseguia ver as cores de algumas velas, e por entre os barcos uma enorme galé de guerra despertou-lhe o olhar, velas carmim e um enorme leão dourado a rugir.

-Este deve ser o Orgulho Dourado, a enorme galé de guerra dos Lannister.

Uma figura surgiu de uma porta atrás dele, envolta em panos de muitas cores e com uma enorme barriga parecida a um pipo de vinho, um delicioso pipo de Dourado da Árvore. A estranha figura bambaleou-se para Andrew, lutando com a sua indumentaria não muito própria para uma viagem de barco.

-É sim, muito bem visto meu Príncipe.

Andrew voltou-se para o estranho homem, fazendo as suas roupas vermelhas escuras rodopiarem sobre sim e colocando a mão sobre o punho da espada.

-Aqui não sou príncipe nenhum, devias saber isso muito bem Magíster Ahlras, pelo menos ainda não.

Andrew afastou-se do homem e caminhou sobre o convés dirigindo-se para onde o capitão do barco estava, as botas de couro fervido ressoavam sobre a madeira e os arabescos vermelhos reluziam ao sol matinal. A capa bifurcada voava ao som do vento fresco que se levantava para empurrar o barco para terra. Com a mão apoiada na altiva espada debruada a ouro e carmim escuro. O Capitão estava a gritar ordens para um homem que se encontrava em tronco nu a trepar pelo único mastro do pequeno barco.

-Quanto tempo vamos levar ate chegaremos a terra.

-Sua senhoria, mais algum tempo, o vento tem-se estado a mostrar difícil, mas havemos de chegar.

-Muito bem, eu vou-me recolher, quando chegaremos desejo ser o primeiro a ser informado.

O barco onde viajam não era muito grande, uma pequena galé mercante de Pentos oferecida pelo próprio Magister Ahlras, o homem escolhido para tratar da educação de Andrew. O barco fora remodelado para levar alguns escravos para servir as ordens de Andrew e Ahlras, os quartos estavam cheios de grandes almofadas brancas de penas de ganso e tapetes de Myr nas paredes. A comida estava na parte inferior do barco, onde estavam também arcas de ouro e outros tipos de riquezas provenientes de Pentos. Para a vista de outros barcos aquele estava bem iluminado, Andrew entrou no seu quarto repleto de almofadas e com uma pequena cama de penas de ganso, numa pequena mesa adjacente estava um pequeno jarro de vinho doce da Árvore. O Magíster não tinha poupado esforço ou dinheiro para mostrar a Andrew o quão acolhedor e bom poderia ser o Continente natal de Andrew, vinho de Dorne e Dourado da Árvore eram bebidas comuns nas casa do Magíster em Pentos mas ali tinham apenas vinho comum dos Sete Reinos. Uma rapariga apareceu no meio das almofadas enquanto Andrew retirava a sua espada e a capa bifurcada.

-O Senhor está de volta para mais conforto?

-Minha doce Allia, não tenho tempo para isso. Uvas.

Ordenou Andrew para Allia. A escravatura tinha sido abolida nos Sete Reinos, mas em Pentos e nas outras cidade Livres não viviam sem ela, para além de ser uma fonte de grandes rendimentos era também um leque de enormes possibilidades. Allia era uma escrava ensinada nos prazeres carnais mas quando chegassem a terra passaria a ser uma simples moça que ajudaria Andrew nos seus afazeres, embora não haja diferença de escrava para empregada, os Sete Reinos insistiam que sim. Allia aproximou-se de Andrew com uma grande uva verde as suas favoritas, estava nua com o seu corpo esguio e feminino sobre o corpo de Andrew. Esta fez deslizar a uva para dentro da boca dele enquanto a sua mão a agarrava no seio esquerdo.

-O senhor disse que não tinha tempo.

-Talvez tenha, agora desce.

A escrava fez o que lhe fora pedido e foi de encontro ao membro viril de Andrew que já se encontrava duro e satisfez o seu pedido com a boca. Em Westeros muitas pessoas abominavam as Cidades Livres dizendo que eram uma cambada de Bárbaros com hábitos esquisitos, mas para Andrew Pentos fora a sua salvação e parecia-lhe muito mais divertido do que Westeros. Quando Allia acabou o serviço o Magíster gordo acabara de entrar no quarto de Andrew, encontrando Allia nua enrolada em volta de Andrew.

-Senhor, vejo que Allia esta a satisfazer os seus desejos, mas temo que tenha que se despedir, o barco acabou de aportar e temo que tenho uma audição como o senhor de Rocehdo Casterly.

-Vou já.

-Ás suas ordens.

Os dois voltaram a ficar sozinhos e Andrew acabou por beijar Allia contorcendo a sua língua com a dela e logo depois dando um longo trago no cálice de vinho. Depois deixou-a cair no chão compondo a sua roupa e colocando a sua capa e a sua espada.

-Ouve bem, quando saíres deste barco deixas de ser Allia a rameira para seres Allia a empregada de Andrew. Percebeste?

A rapariga acenou com a cabeça em resposta.

-Obedece e és feliz, desobedece e corto-te a cabeça.

Disse Andrew pondo a mão no punho da sua espada.

-Ah já me esquecia, tu és minha, não te quero ver com outro homem a não ser que eu deseje, entendido.

Finalizava Andrew acocorando-se e aproximando a sua cara a de Allia segurando-a com a mão direita e dando-lhe outro beijo molhado e linguado. Quando se levantou Andrew dirigiu-se para a porta .

-Agora veste qualquer coisa de Westeros.

O porto estava apinhado de gente, desde o termino da guerra e a subida de Daenerys ao trono de ferro Westeros tinha uma paz duradoura e feliz cheia de comercio e abundância. Barcos vinham e iam dos mares desconhecidos e das cidades Livres. O barco ficava agora para trás e o mercado mostrava-se cheio, mercadores, rameiras, soldados e vagabundos. Uns contavam historias de guerras passadas, outros de acontecimentos para lá do mar Estreito mas o que captou a atenção de Andrew foi uma simples palavra. Dragões. E camponês estava a contar em como tinha visto a Rainha Daenerys a voar no seu dragão negro em direcção a muralha de gelo.

"Asas negras para visitar os homens de negro"

Pensou Andrew quando foi interrompido por Ahlras.

-Senhor já estamos a porta do castelo.

Andrew desceu a terra e deu por si em frente da enorme porta entalhada na rocha, dois guardas estavam a guardar a entrada com enormes lanças de pontas douradas, as suas armaduras estavam ricamente trabalhadas em aço dourado e carmim, com duas enormes cabeças de leão em cada ombro a rugir. Andrew tinha levado consigo o Magister e o seu próprio guarda costas de nome Rellor, um homem reservado e sempre a envergar a sua armadura de guerra, em volta do seu pescoço trazia tambem um lenço oferecido por Andrew que representava a cauda bifurcada da Casa Reyne, a sua armadura tambem não fica atrás daquelas, ricamente trabalhada pelo melhor ferreiro de Pentos apresentava uma tonalidade escura e vermelha com um capacete vigorosamente trabalhado apresentando uma cabeça de leão a rugir, dentro da boca ficava o visor do cavaleiro. A porta abriu-se, os guardas deviam ter ordens do Senhor do Rochedo para receber o convidado de Pentos. Dentro do Rochedo estendia-se a fortaleza Lannister, ricamente decorada e com altas torres que se projectavam para fora da rocha, a sala do Senhor estava no exterior da rocha e demorou algum tempo até o pequeno chegar ao seu destino. A sala estava ricamente decorada, leões flanqueavam os lados e uma enorme passadeira carmim cobria o chão até ao trono dourado. Bandeiras caiam sobre as suas cabeças mostrando o leão dourado da casa Lannister. O pequeno grupo aproximou-se do trono e Andrew ajoelhou-se perante o seu novo suserano. Ao que este respondeu.

-Afinal um deles sobreviveu.




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